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MILITAR
OS PORTUGUESES NA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL
OS PORTUGUESES NA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL


REF.36722
Ano 1940

Rio de Janeiro; Comissão Brasileira dos Centenários Portugueses; In-4.º de 413(1) páginas; Encadernado

Importante obra comemorativa dedicada à presença e influência portuguesa na formação e desenvolvimento da Marinha de Guerra brasileira. Inclui estudos sobre a armada de Pedro álvares Cabral e o descobrimento do Brasil, quatro séculos de actividade marítima e os oficiais portugueses que serviram na Marinha brasileira, terminando com uma relação dos manuscritos portugueses existentes na Biblioteca da Marinha do Rio de Janeiro.

Cuidada edição de grande formato, impressa a duas cores, com o texto enquadrado por cercaduras de motivos vegetais e náuticos. Obra de particular interesse para a história naval luso-brasileira e para o estudo da influência portuguesa na formação da Marinha do Brasil.

Exemplar com sólida encadernação meia-inglesa em bom estado de conservação geral. 

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100.00€
TRATADO DE PAZ, E DE AMIZADE ENTRE AS COROAS DE PORTUGAL, E DE HESPANHA, ASSINADO EM BADAJOZ (...)
TRATADO DE PAZ, E DE AMIZADE ENTRE AS COROAS DE PORTUGAL, E DE HESPANHA, ASSINADO EM BADAJOZ (...)


REF.36849
Ano 1801
1ªEdição

«(...) PELOS PLENIPOTENCIARIOS DO PRINCIPE REGENTE, E DE SUA MAGESTADE CATHOLICA EM 6 DE JUNHO DE 1801, E RATIFICADO POR AMBOS OS SOBERANOS»

Lisboa; Na Regia Officina Typografica; In-4.º de 13(1) páginas; Brochado.

Importante edição oficial do Tratado de Badajoz, assinado em 6 de Junho de 1801, que pôs termo à chamada Guerra das Laranjas, conflito entre Portugal e Espanha ocorrido no contexto das guerras revolucionárias francesas. O acordo, celebrado entre os representantes do príncipe regente D. João e do rei Carlos IV de Espanha, estabeleceu as condições de paz entre as duas monarquias ibéricas, impondo a Portugal importantes concessões políticas e territoriais, entre as quais a cedência de Olivença à Coroa espanhola e o encerramento dos portos portugueses aos navios britânicos.

O tratado constitui um documento fundamental para a compreensão da política externa portuguesa no início do século XIX e das pressões exercidas pela França napoleónica e pela sua aliada Espanha sobre Portugal, antecipando os conflitos que culminariam nas Invasões Francesas. A questão da soberania de Olivença, decorrente deste acordo, permaneceria como um dos mais duradouros diferendos diplomáticos entre os dois países. Esta edição encontra-se referenciada na bibliografia Special List 341: The Peninsular War, de Richard C. Ramer, páginas 77–78, onde é distinguida de outra impressão contemporânea em formato in-fólio. Obra de particular interesse para a história diplomática portuguesa e das relações peninsulares.

Exemplar em bom estado de conservação.

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125.00€
JUIZO SOBRE BONAPARTE DIRIGIDO PELO GENERAL DUMOURIEZ Á NAÇÃO FRANCEZA E Á EUROPA
JUIZO SOBRE BONAPARTE DIRIGIDO PELO GENERAL DUMOURIEZ Á NAÇÃO FRANCEZA E Á EUROPA

General Dumouriez 
REF.36850
Ano 1808
1ªEdição

Lisboa; Na Impressão Regia; In-4.º de 57(1) páginas; Brochado.

Rara edição portuguesa de um escrito político do general francês Charles-François du Périer Dumouriez (1739–1823), destacado militar das guerras da Revolução Francesa que, após comandar os exércitos revolucionários e alcançar importantes vitórias, rompeu com a Convenção Nacional e passou a opor-se ao regime francês. Nesta obra, dirige à nação francesa e à Europa uma apreciação crítica de Napoleão Bonaparte, denunciando as suas ambições políticas e militares e os perigos da expansão do poder napoleónico.

Impressa em Lisboa em 1808, ano das primeiras invasões francesas e do levantamento português contra a ocupação, esta edição integra a literatura política antinapoleónica que circulou durante a Guerra Peninsular. A obra encontra-se registada na bibliografia napoleónica da Biblioteca do Exército, que identifica Luís Caetano Altina de Campos como tradutor português. Constitui um interessante testemunho da propaganda política e da circulação de ideias num período particularmente conturbado da história europeia.

Exemplar com protecção em papel tintado, em bom estado de conservação geral.

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140.00€
METHODO DE MANEJAR A LANÇA OU PIQUE
METHODO DE MANEJAR A LANÇA OU PIQUE


REF.36851
Ano 1809
1ªEdição

«Para intelligencia de todos os que quizerem fazer hum uso seguro das referidas armas»

Lisboa; Na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, Impressor do Conselho de Guerra; In-4.º de 12 páginas e 6 estampas; Ilustrado; Brochado.

Raro tratado português de instrução militar, publicado em 1809, durante o período das Invasões Francesas e da reorganização das forças militares portuguesas. Destinado ao ensino do manejo da lança ou pique, apresenta orientações sobre as posições, movimentos e técnicas necessárias à utilização destas armas de haste, particularmente relevantes no contexto da mobilização de forças militares e corpos de voluntários durante a Guerra Peninsular. Constitui um interessante testemunho da literatura técnico-militar portuguesa do início do século XIX, documentando métodos de instrução e práticas de combate num período particularmente conturbado da história nacional.

Obra referenciada por Inocêncio Francisco da Silva, no «Diccionario Bibliographico Portuguez», tomo XVII, página 34, n.º 3542, com a indicação de 12 páginas e 7 estampas. Contudo, o «Catálogo da Colecção Varnhagen da Biblioteca do Itamaraty» regista um exemplar da mesma edição com 12 páginas e 6 estampas, colação coincidente com a do presente exemplar. Consideramos que a indicação de sete estampas no «Diccionario Bibliographico Portuguez» resulta de um lapso bibliográfico, uma vez que a contagem dos cadernos e folhas do exemplar se encontra completa, não comportando a existência de uma estampa adicional. Esta circunstância permite esclarecer a divergência entre as duas referências bibliográficas.

Exemplar com protecção em papel tintado antigo, com sinais de manuseamento marginais. última página com escritos já antigos.

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140.00€
SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA MILITAR DAS NOSSAS LUTAS CIVIS (2 volumes)
SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA MILITAR DAS NOSSAS LUTAS CIVIS (2 volumes)

F. Sá Chaves 
REF.32290
Ano 1914/18

Coimbra; Imprensa da Universidade; In-8.º de 2 volumes com XXVI, 407(5) e 541(1) páginas; Encadernado.

Primeira edição deste importante estudo de história militar portuguesa, publicado sob os auspícios da Academia das Ciências de Lisboa e dedicado aos conflitos políticos e militares das primeiras décadas do século XIX. Francisco de Sá Chaves reconstitui as campanhas em que participou seu pai, Francisco José de Oliveira Sá Chaves, recorrendo a testemunhos familiares e a abundante documentação histórica. A obra apresenta particular interesse para o conhecimento dos acontecimentos militares e políticos que antecederam as Guerras Liberais.

O primeiro volume, «A Campanha de 1823», aborda os acontecimentos relacionados com a Vilafrancada, dedicando especial atenção a Trás-os-Montes e aos movimentos militares desse ano. O segundo volume trata de «A Campanha da Poeira» (1823), da Abrilada (1824) e do período «De Armas Ensarilhadas» (1824–1826). Importante contributo documental para a história das lutas civis portuguesas, constituindo o segundo volume uma peça particularmente invulgar.

Exemplares com sólidas encadernações em bom estado de conservação. Possuem ex-libris de posse.

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140.00€
UNIDADES DE 1.ª LINHA DE INFANTARIA QUE TIVERAM QUARTEL NA CIDADE DE VISEU. SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA MILITAR DA BEIRA ALTA
UNIDADES DE 1.ª LINHA DE INFANTARIA QUE TIVERAM QUARTEL NA CIDADE DE VISEU. SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA MILITAR DA BEIRA ALTA

Balula Cid, Capitão 
REF.36759
Ano 1957

Lisboa; Edição do Autor, composto e impresso na Liga dos Combatentes da Grande Guerra; In-8.º de 207(1) páginas; Ilustrado; Brochado.

Primeira e única edição desta monografia do Capitão de Infantaria António José do Amaral Balula Cid, dedicada à história das unidades de infantaria de primeira linha que estiveram aquarteladas em Viseu. O autor reúne notícias sobre a evolução, organização, campanhas e principais acontecimentos ligados a estas unidades, enquadrando a presença militar na cidade na história da Beira Alta. Parte deste trabalho resultou de estudos anteriormente publicados pelo autor na revista «Beira Alta», entre 1953 e 1956.

Obra de evidente interesse para a história militar portuguesa e para a história local de Viseu, ilustrada com diversas estampas, algumas a cores, representando, entre outros motivos, uniformes, bandeiras e estandartes militares. Monografia de tiragem restrita e pouco vulgar.

Exemplar com ligeiros sinais de manuseamento nas capas de brochura, miolo com sublinhados a caneta fluorescente em duas páginas, em bom estado de conservação geral. Possui ex-libris e assinatura de posse. Vestígios de carimbos de posse.

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50.00€
COMO OS PRISIONEIROS PORTUGUESES FORAM TRATADOS NA ALEMANHA
COMO OS PRISIONEIROS PORTUGUESES FORAM TRATADOS NA ALEMANHA

Antonio Braz, Capitão 
REF.36669
Ano s/d

"Apontamentos para a história da Grande Guerra"

Elvas; Tipografia Popular; In-8º de 135(1) páginas; Ilustrado; Brochado

Relato de um oficial português feito prisioneiro pelos alemães durante a Primeira Guerra Mundial, descrevendo as condições de cativeiro e o tratamento dispensado aos militares portugueses na Alemanha, nomeadamente no campo de oficiais de Breesen, em Mecklenburg.

António Braz (Elvas, 1877–1968) dedicou mais de 30 anos ao Exército Português e, como Capitão de Infantaria do Batalhão de Infantaria 23, foi feito prisioneiro de guerra a 9 de Abril de 1918, durante a Batalha de La Lys. O relato dos dias vividos em cativeiro deu origem à presente obra.

Interessante testemunho de primeira mão sobre a participação portuguesa na Grande Guerra e a experiência dos militares do Corpo Expedicionário Português feitos prisioneiros pelas forças alemãs. Obra pouco vulgar e de assinalável interesse para a história militar portuguesa.

Ilustrada com foto-gravuras impressas sobre papel couché.

Exemplar com sinais de manuseamento nas capas de brochura, miolo em bom estado de conservação. Possui assinatura de posse na folha de rosto.

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65.00€
HISTORIA DO CONSULADO E DO IMPERIO (12 volumes)
HISTORIA DO CONSULADO E DO IMPERIO (12 volumes)

A. Thiers 
REF.36603
Ano s/d

Rio de Janeiro, Lisboa; Empreza Litteraria Fluminense de A. A. da Silva Lobo; In-8º de 12 volumes; Ilustrado; Encadernado

Uma das mais importantes obras de Adolphe Thiers (1797-1877), dedicada à história do Consulado e do Império Napoleónico, desde a ascensão de Napoleão Bonaparte ao poder até à queda definitiva do Império em 1815. Obra de grande importância historiográfica, combina a narrativa política e militar com uma descrição pormenorizada dos principais acontecimentos do período napoleónico.

De particular interesse para a história de Portugal, a obra dedica atenção às Invasões Francesas, descrevendo a ocupação de Portugal pelas tropas de Junot em 1807-1808, a revolta portuguesa e a intervenção das forças britânicas, bem como a segunda invasão francesa de 1809, comandada pelo marechal Soult, e os acontecimentos que conduziram à retirada francesa. A campanha de 1810-1811 e a invasão de Massena são igualmente enquadradas na narrativa da Guerra Peninsular.

Edição ilustrada para Portugal e Brasil, com numerosas estampas relativas aos principais acontecimentos e personagens da época.

Exemplares com encadernações meia-inglesa com ligeiros sinais de manuseamento, miolo em bom estado de conservação.

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170.00€
AOS MUTILADOS DE SACAVÉM | Os Officiaes do seu Regimento
AOS MUTILADOS DE SACAVÉM | Os Officiaes do seu Regimento

Rafael Bordalo Pinheiro  
REF.36577
Ano 1886

Lisboa; Lithographia Guedes, Typographia Castro Irmão; In-8º de 16 páginas; Ilustrado; Brochado

Invulgar publicação ilustrada por Rafael Bordalo Pinheiro, destacando-se a capa e diversas litografias coloridas representando tipos militares. Obra dedicada aos militares mutilados do Regimento de Infantaria de Sacavém. 

Exemplar com mancha de humidade no canto inferior direito de todas as páginas, sem afectar a leitura do texto.

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50.00€
PROCLAMAÇÃO DO GENERAL JUNOT 14 DE JUNHO DE 1808 | Invasões Francesas
PROCLAMAÇÃO DO GENERAL JUNOT 14 DE JUNHO DE 1808 | Invasões Francesas


REF.36567
Ano 1808

s/l; Impressão Imperial e Real; In-4º de 4 páginas; Brochado

Importante proclamação emitida pelo General Jean-Andoche Junot durante a ocupação francesa de Portugal, pela qual determinava que os soldados portugueses ao serviço da administração francesa passassem a receber o mesmo soldo e etapa (rações e víveres) concedidos às tropas do exército napoleónico. A medida visava assegurar a fidelidade dos militares portugueses, promovendo a sua integração nas forças sob comando francês e reforçando a disciplina e a estabilidade do governo ocupante.

O diploma insere-se na política desenvolvida por Junot para consolidar o domínio francês sobre o Reino, procurando conquistar o apoio ou, pelo menos, a colaboração das tropas portuguesas através da equiparação das condições de remuneração e subsistência. Constitui um significativo testemunho das estratégias empregues pela administração napoleónica para manter a ordem militar e garantir o funcionamento das forças armadas durante a ocupação.

Documento de grande interesse para a história das Invasões Francesas, da organização militar portuguesa e da administração de Junot, ilustrando as medidas adotadas para assegurar a cooperação das tropas nacionais durante a ocupação francesa de 1808.

Exemplar em bom estado de conservação.

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60.00€
PROCLAMAÇÃO DO GENERAL JUNOT (Duque d´Abrantes) 26 DE JUNHO DE 1808 | Invasões Francesas
PROCLAMAÇÃO DO GENERAL JUNOT (Duque d´Abrantes) 26 DE JUNHO DE 1808 | Invasões Francesas


REF.36568
Ano 1808

s/l Impressão Imperial e Real; In-4º de 4 páginas; Brochado

Importante proclamação militar publicada pelo General Jean-Andoche Junot durante a ocupação francesa de Portugal, na qual determinava severas medidas repressivas contra quaisquer localidades que se insurgissem contra o exército napoleónico. O édito declarava que todas as cidades, vilas ou povoações cujos habitantes tomassem armas contra as tropas francesas seriam entregues à pilhagem, destruídas e os seus habitantes "passados a ferro e fogo", constituindo uma explícita ameaça destinada a desencorajar qualquer movimento de resistência.

Promulgada num momento em que começavam a surgir levantamentos populares em diversas regiões do Reino, a proclamação revela a crescente preocupação da administração francesa com a perda de controlo sobre Portugal e a adoção de uma política de intimidação para manter a submissão da população. O documento constitui um dos mais expressivos testemunhos da dureza da ocupação napoleónica e das medidas coercivas empregues para conter a insurreição portuguesa que, poucas semanas depois, daria início à Guerra Peninsular.

Documento de excepcional interesse para a história das Invasões Francesas, da Guerra Peninsular e da propaganda militar napoleónica, constituindo uma das mais severas proclamações emitidas por Junot durante a ocupação de Portugal e um notável testemunho da política de repressão adotada pelas autoridades francesas em 1808.

Exemplar em bom estado de conservação.

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100.00€
PROCLAMAÇÃO DO GENERAL HOPE AOS HABITANTES DE LISBOA. 1808 | Invasões Francesas
PROCLAMAÇÃO DO GENERAL HOPE AOS HABITANTES DE LISBOA. 1808 | Invasões Francesas


REF.36569
Ano 1808

s/l; Impressão Régia; In-4º de 4 páginas; Brochado

Importante proclamação dirigida pelo General John Hope aos habitantes de Lisboa durante a Guerra Peninsular, após a retirada das tropas francesas da capital. O documento procurava tranquilizar a população e assegurar o restabelecimento da ordem pública, apelando à confiança nas autoridades militares aliadas e à colaboração dos lisboetas no processo de normalização da cidade. Simultaneamente, reafirmava o compromisso britânico com a defesa de Portugal e com a restituição da autoridade legítima da Monarquia Portuguesa.

Exemplar em bom estado de conservação.

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70.00€
PROCLAMAÇÃO DE SIR HUGH DALRYMPLE. 18 DE SETEMBRO DE 1808 | Invasões Francesas
PROCLAMAÇÃO DE SIR HUGH DALRYMPLE. 18 DE SETEMBRO DE 1808 | Invasões Francesas


REF.36570
Ano 1808

s/l; Impressão Régia; In-4º de 4 páginas; Brochado

Importante proclamação emitida por Sir Hugh Dalrymple, comandante das forças britânicas em Portugal, na sequência da assinatura da Convenção de Sintra e da expulsão das tropas francesas do território português. Dirigida à população do Reino, a proclamação anunciava o restabelecimento da tranquilidade e da autoridade legítima, apelando à manutenção da ordem pública, à obediência às autoridades constituídas e à cooperação entre portugueses e aliados britânicos durante o processo de reorganização do país.

O documento insere-se num dos momentos decisivos da Guerra Peninsular, quando o exército britânico assumiu um papel determinante na libertação de Portugal da ocupação napoleónica. Reflete a preocupação em assegurar uma transição pacífica após a retirada das forças de Junot, proteger pessoas e bens e consolidar a aliança luso-britânica que viria a marcar o desenrolar da guerra contra Napoleão na Península Ibérica.

Exemplar em bom estado de conservação.

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60.00€
OS GOVERNADORES DO REINO À NAÇÃO PORTUGUESA | Invasões Francesas
OS GOVERNADORES DO REINO À NAÇÃO PORTUGUESA | Invasões Francesas


REF.36571
Ano 1808

s/l; Impressam Regia; In-4º de (8) páginas; Brochado

Importante proclamação publicada pelos Governadores do Reino na sequência da libertação de Portugal do domínio francês, dirigindo-se à Nação Portuguesa para anunciar o restabelecimento da legítima autoridade régia e conclamar os portugueses à união e à defesa da Pátria. O documento insere-se no contexto da Guerra Peninsular, após os levantamentos de 1808, refletindo o esforço das autoridades nacionais para reorganizar a administração, restaurar a ordem pública e mobilizar a população contra as forças napoleónicas.

A proclamação evidencia o ambiente de renovado patriotismo que marcou o verão de 1808, exaltando a fidelidade à Casa de Bragança, a legitimidade do governo instituído em nome do Príncipe Regente D. João e a necessidade de perseverar na luta pela independência do Reino. Constitui um significativo testemunho da propaganda política e da mobilização nacional que acompanharam o início da resistência organizada às invasões francesas.

Documento de grande interesse para a história das Invasões Francesas e da Guerra Peninsular, constituindo uma importante fonte para o estudo da restauração da autoridade portuguesa, do discurso político patriótico e da reorganização do Reino após o colapso da administração de Junot.

Exemplar em bom estado de conservação.

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80.00€
EDITAL DE 11 DE ABRIL DE 1808 SOBRE A PROIBIÇÃO DA VENDA DE CHAVES LISBOA | Invasões Francesas
EDITAL DE 11 DE ABRIL DE 1808 SOBRE A PROIBIÇÃO DA VENDA DE CHAVES LISBOA | Invasões Francesas


REF.36572
Ano 1808

s/l; Impressão Imperial e Real; In-4º de 4 páginas; Brochado

Edital publicado durante a ocupação francesa de Portugal, proibindo a venda de chaves, medida inserida no conjunto de providências destinadas a reforçar a segurança pública e a vigilância policial durante o governo de Junot. A restrição visava impedir a circulação e utilização indevida destes objetos, considerados suscetíveis de facilitar crimes contra a propriedade num período de particular instabilidade política e social. Documento assinado por P. Lagarde.

Exemplar em bom estado de conservação geral.

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50.00€
DECRETO DE 15 DE FEVEREIRO DE 1808 SOBRE A PROIBIÇÃO DO USO DE ARMAS DE CAÇA | Invasões Francesas
DECRETO DE 15 DE FEVEREIRO DE 1808 SOBRE A PROIBIÇÃO DO USO DE ARMAS DE CAÇA | Invasões Francesas


REF.36575
Ano 1808

s/l; Impressam Imperial e Real; In-folio de 1 folhas; Brochado

Invulgar decreto publicado durante a ocupação francesa de Portugal, proibindo o uso de espingardas e demais armas destinadas à caça, como medida de segurança destinada a impedir que particulares circulassem armados pelo Reino. A disposição inseria-se no conjunto de providências adotadas pelo governo de Junot para restringir o porte de armas, dificultar a formação de grupos armados e prevenir quaisquer atos de resistência contra a autoridade militar francesa.

Exemplar de grandes dimensões que visava ser afixado, em bom estado de conservação geral.

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40.00€
DECRETO DE 15 DE FEVEREIRO DE 1808 SOBRE O DESARMAMENTO | Invasões Francesas
DECRETO DE 15 DE FEVEREIRO DE 1808 SOBRE O DESARMAMENTO | Invasões Francesas


REF.36576
Ano 1808

s/l; Impressam Imperial e Real; In-folio de 1 folhas; Brochado

Invulgar decreto publicado durante a ocupação francesa de Portugal, determinando o desarmamento dos Regimentos de Milicias e de outros corpos militares portugueses, como medida destinada a impedir a reorganização das forças nacionais e a assegurar o controlo militar do Reino pelo governo de Junot. 

Exemplar de grandes dimensões que visava ser afixado, em bom estado de conservação geral.

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40.00€
HISTÓRIA DAS GRANDES REVOLUÇÕES (2 volumes)
HISTÓRIA DAS GRANDES REVOLUÇÕES (2 volumes)

Rocha Martins  
REF.36515
Ano 1953

Lisboa; Organizações Crisális, lda; In-8º de 2 volumes com 637(1)  e 772(4) páginas; Ilustrado; Encadernado

Obra de divulgação histórica com síntese dos mais importantes movimentos revolucionários da história, analisando as suas origens, protagonistas e impacto na evolução política e social das nações.

Exemplares com sólida encadernação meia-francesa, em bom estado de conservação geral. Possuem carimbo de posse.

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50.00€
CAMPANHA DO SUL DE ANGOLA EM 1915
CAMPANHA DO SUL DE ANGOLA EM 1915

Pereira de Eça, General 
REF.36505
Ano 1921

Lisboa; Imprensa Nacional; In-8º de 697(1) páginas; Ilustrado; Encadernado

Relatório sobre as operações militares portuguesas realizadas no sul de Angola durante a campanha de 1915, enquadrada no contexto da Primeira Guerra Mundial e da consolidação da presença portuguesa na região. A obra descreve a preparação e a execução das operações, abordando os aspectos estratégicos, logísticos e militares da campanha. Profusamente ilustrada com mapas desdobráveis das operações, constitui uma importante fonte documental para o estudo da história militar portuguesa e da história colonial de Angola.

Exemplar com sólida encadernação em tecido, miolo em bom estado de conservação. Possui assinaturas de posse.

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150.00€
DICIONÁRIO BIBLIOGRÁFICO DA GUERRA PENINSULAR... (4 volumes)
DICIONÁRIO BIBLIOGRÁFICO DA GUERRA PENINSULAR... (4 volumes)

Christovam Ayres de Magalhães Sepulveda 
REF.32284
Ano 1924/30
1ªEdição

Coimbra; Imprensa da Universidade; In-8º de 4 volumes; Brochado

"... contendo a indicação de obras impressas e manuscritas, em português, hespanhol, catalão, francês, inglês, italiano, alemão, latim, etc."
Obra de referência em quatro volumes escrita por Christóvam Ayres de Magalhães Sepúlveda e publicada entre 1924 e 1930, é uma fonte valiosa para o estudo da Guerra Peninsular (1807-1814), contendo indicações de obras em várias línguas. Trabalho fundamental para pesquisadores e historiadores.
Exemplares com ténues sinais de manuseamento nas capas de brochura, miolo em bom estado de conservação, conservando as páginas por abrir.

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250.00€
AS DUAS CONQUISTAS DE ANGOCHE
AS DUAS CONQUISTAS DE ANGOCHE

João de Azevedo Coutinho 
REF.36473
Ano 1935

Lisboa; Agência Geral das Colónias; In-8º de 55(3) páginas; Brochado

Obra número 11 da colecção "Pelo Império", ilustrada com foto-gravuras e mapa desdobrável.
Exemplar em bom estado de conservação. 

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15.00€
A GUERRA DA PENINSULA 1808-1814
A GUERRA DA PENINSULA 1808-1814

C. W. Robinson 
REF.27767
Ano 1884
1ªEdição

Lisboa; Typographia Mattos Moreira; In-8º de 230(2) páginas e 5 mapas desdobráveis; Encadernado

Raro estudo estratégico das diferentes campanhas da Guerra Peninsular, pelo autor C.W.Robinson, Capitão de artilharia. Tradução de J.Mathias Nunes.

Exemplar com encadernação meia-inglesa, conservando as capas de brochura. Em bom estado de conservação geral.

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120.00€
NOTICIA HISTORICO-MILITAR SOBRE A ILHA DO PORTO SANTO
NOTICIA HISTORICO-MILITAR SOBRE A ILHA DO PORTO SANTO

Alberto Artur Sarmento, Tenente Coronel 
REF.36420
Ano 1933
1ªEdição

Funchal; Diario de Noticias; In-4º de 117(3) páginas; Ilustrado; Brochado

Invulgar monografia que reúne os principais acontecimentos ligados à defesa e à história militar do Porto Santo. Descreve como a ilha, desde o início do povoamento, enfrentou ataques de piratas e corsários, detalhando as estratégias de proteção, as pequenas fortificações, a organização das milícias locais e os episódios mais marcantes que moldaram a sua importância estratégica no Atlântico. Baseado em documentos do Arquivo Histórico Militar, o livro funciona como um registo histórico que contextualiza a evolução da ilha, destacando o seu papel na vigilância marítima e na segurança do arquipélago da Madeira.

Exemplar em bom estado de conservação geral.

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180.00€
ATRAVEZ DAS ORDENS DE BERESFORD durante a Guerra Peninsular (Apontamentos e commentarios)
ATRAVEZ DAS ORDENS DE BERESFORD durante a Guerra Peninsular (Apontamentos e commentarios)

Francisco de Paula da Silva Villar 
REF.36402
Ano 1896

Lisboa; Typographia Belenense; In-8º de 68 páginas; Encadernado

Obra de grande interesse para o estudo da Guerra Peninsular.

Exemplar com encadernação em percalina, em bom estado de conservação geral. Valorizado com dedicatória do autor.

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30.00€
GUERRA PENINSULAR (Porto)
GUERRA PENINSULAR (Porto)

Francisco de Paula da Silva Villar 
REF.17409
Ano 1908

Lisboa; Typ. da Cooperativa Militar; In-8º de 46(2) páginas; Brochado

"Centenario da instituição da junta provisional do supremo governo do Reino, no Porto"

"Publicando a presente conferencia, tenho, principalmente, por fim, divulgar o conhecimento d´um notavel discurso do grande estadista inglez Guilherme Pitt, sobre o qual baseio a opinião de que a retirada da familia real portugueza para o Brazil em 1808, foi um acto politico, meditado, posto em practica com precipitação"

Exemplar com danos nas capas de brochura, miolo em bom estado de conservação. Possui carimbo de posse.

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30.00€
A Cooperação de Portugal na Guerra Europeia - O MILAGRE DE TANCOS
A Cooperação de Portugal na Guerra Europeia - O MILAGRE DE TANCOS

Adelino Mendes ; Oldemiro Cesar 
REF.36409
Ano s/d

Lisboa; Empresa Lusitana Editora; In-8º de 94 páginas; Brochado

Obra que exalta a preparação do exército português para a Primeira Guerra Mundial, tomando o episódio de Tancos como símbolo. Em tom claramente patriótico e propagandístico, descreve a rápida organização, instrução e concentração de tropas no campo militar de Tancos, apresenta o esforço político e militar que tornou possível o envio de forças para a frente europeia e realça a importância do contributo português para a causa aliada, sublinhando disciplina, entusiasmo nacional e “renascimento” do exército.
Exemplar com danos de manuseamento nas capas de brochura e lombada, miolo em bom estado de conservação. Possui assinatura de posse.

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45.00€
PRINCIPAES DEVERES DE HUM OFFICIAL EM CAMPANHA
PRINCIPAES DEVERES DE HUM OFFICIAL EM CAMPANHA

Pedro Antonio de Araujo Camizão 
REF.36380
Ano 1829

Lisboa; Impressão Regia; In-8º de 150(2) páginas; Brochado

"Extrahidos das instruções dadas por Frederico II aos seus officiaes, e apropriadas á organização do Exercito Portuguezdedicados ao illustrissimo e excellentissimo Senhor Marquez de Tancos, Marechal de Campo, e Ajudante General do Exercito por..."

Raro manual militar português, escrito num estilo normativo e pragmático, destinado a orientar oficiais durante operações de campanha. A obra descreve, de forma directa e disciplinar, as responsabilidades essenciais de um oficial, incluindo organização das tropas, disciplina, vigilância, logística, conduta em marcha, preparação para combate e relações hierárquicas. O texto insiste na importância da prudência, da obediência, da ordem e do bom exemplo, apresentando o oficial como figura central para manter a eficácia e a moral da força militar. é um documento típico da doutrina militar portuguesa pré‑napoleónica, refletindo preocupações práticas de comando e administração em contexto de guerra.

Exemplar com protecção em papel, em bom estado de conservação geral.

 

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150.00€
A COOPERAÇÃO ANGLO-PORTUGUESA NA GRANDE GUERRA DE 1914-1918
A COOPERAÇÃO ANGLO-PORTUGUESA NA GRANDE GUERRA DE 1914-1918

Ferreira Martins, General 
REF.26884
Ano 1942
1ªEdição

Lisboa; Serviços de Informação e Imprensa da Embaixada Britânica; In-8º de 91(1) páginas; Ilustrado; Brochado

Obra ilustrada com foto-gravuras.

Do índice: Portugal não-beligerante; Portugal beligerante; O C.E.P. em França; A guerra nas colónias; A guerra no mar; Conclusão.
Exemplar com sinais de manuseamento nas capas de brochura, miolo em bom estado de conservação. 

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25.00€
A REVOLUÇÃO PORTUGUEZA - O 31 de Janeiro (Porto 1891)
A REVOLUÇÃO PORTUGUEZA - O 31 de Janeiro (Porto 1891)

Jorge D´ Abreu 
REF.21351
Ano 1912

Lisboa; edição da Casa Alfredo David; In-8º de 180(2) páginas; Ilustrado; Brochado

Obra  de grande interesse para o estudo desta revolta na cidade do Porto, sendo o primeiro movimento revolucionário que teve como objectivo a implantação do regime Republicano em Portugal. Ilustrada com foto-gravuras a preto e branco
Exemplar em bom estado de conservação geral.

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25.00€
PORTUGAL, POTENCIA EUROPEIA e as necessidades da sua preparação para a guerra
PORTUGAL, POTENCIA EUROPEIA e as necessidades da sua preparação para a guerra

Affonso de Mello 
REF.30639
Ano 1913

Porto; Imprensa Portuguesa; In-4º de 70(2) páginas; Encadernado

Invulgar e importante conferência para a história da participação portuguesa na Primeira Grande Guerra.

Exemplar com sólida encaderenação meia-inglesa com ténues sinais de manuseamento, miolo em bom estado de conservação.

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60.00€
DOIS CAPITÃES-GENERAIS E A 1ª REVOLUÇÃO CONSTITUCIONAL NA ILHA TERCEIRA
DOIS CAPITÃES-GENERAIS E A 1ª REVOLUÇÃO CONSTITUCIONAL NA ILHA TERCEIRA

Francisco Lourenço Valadão 
REF.28240
Ano 1964

Lisboa; Edições Panorama; In-4º de 261(5) páginas; Ilustrado; Brochado

Esta obra é um importante documento para a história dos Açores, especialmente no contexto das lutas liberais na Ilha Terceira entre 1828 e 1834.
Ilustrado com foto-gravuras em extra-texto, oferece uma análise detalhada sobre a revolução constitucional na Ilha Terceira, destacando o papel de dois capitães-generais durante este período tumultuado. Exemplar com ligeiras manchas nas capas de brochura, miolo em bom estado de conservação. Possui assinatura de posse.

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30.00€
OPERAÇÕES MILITARES DE 1904 NA REGIÃO DO BIMBE (BAILUNDO)
OPERAÇÕES MILITARES DE 1904 NA REGIÃO DO BIMBE (BAILUNDO)

Belo de Almeida, Tenente Coronel 
REF.26003
Ano 1944
1ªEdição

Lisboa; Agência Geral das Colónias; In-8º de 98(2) páginas; Brochado

Obra número 91 da colecção "Pelo Império", ilustrada com foto-gravuras e mapa desdobrável.
Exemplar em bom estado de conservação. 

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