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Livros por página
(Ref. 18799)
Ano: 1781    2ª Edição
Lisboa; Na Regia Officina Typographica; In-8º de (16)555(1) páginas; Encadernado

“Segunda edição de um trabalho publicado pela primeira vez em 1607. Innocêncio afirma que, embora a primeira edição seja considerada por sua raridade, a segunda é preferível porque é mais correta e tem acréscimos editoriais. Esta edição de 1781 foi editada pelo Padre Joaquim de Foyos, que forneceu um prefácio original e interessante, ocupando o segundo a quinto folhas preliminares. As sextas a oitavas folhas preliminares contêm o prefácio da edição original de Domingos Fernandes, incluindo um poema mais longo em português na sétima folha e o oitavo retângulo em folha. Um curioso soneto no oitavo verso preliminar das folhas tem as quatro primeiras linhas em latim, as quatro seguintes em italiano, as três seguintes em espanhol e as três últimas em português. Lusitania transformada, uma obra de literatura pastoral, é escrita em prosa e verso. A narrativa gira em torno das viagens peripatéticas de Olívio, que busca encontrar um locus amoenus, ou lugar de beleza e perfeição ideais. Ele viaja através das colônias de Portugal e outros lugares onde havia uma presença portuguesa, incluindo Goa, Japão, China, sudeste da Ásia e Etiópia. Além de seu mérito literário, o Lusitania transformada fornece descrições impressionantes da flora e fauna do sul e do leste da Ásia, bem como os costumes e estilo de vestir de seus habitantes. Também estão incluídas referências à corrupção política em Goa e críticas incisivas à sociedade portuguesa. A Lusitânia Transformada é um trabalho de proporções épicas, incorporando temas de moralidade, amor, patriotismo e religião. Alvarez do Oriente tem sido elogiado pelos críticos por seu estilo de escrita fluido e imaginativo. Mas talvez mais importante ainda, este é um dos primeiros trabalhos posteriores aos Os Lusíadas de Camões (1572), que incorporou os primeiros encontros portugueses com a Ásia em um contexto literário. O autor foi contemporâneo de Camões e os dois autores têm muito em comum. Tem havido especulações de que obras atribuídas a Alvarez do Oriente são realmente de Camões e vice-versa.”
Obra invulgar, completa com o seu desdobrável.
Exemplar com mancha e restauro no canto inferior direito da folha de rosto. Miolo com ocasionais furos de xilófago, sem afectar a leitura do texto. Encadernação meia-inglesa, ligeiramente cansada.
Preço:
125€
(Ref. 19678)
Ano: 1791
Lisboa; Na Offic. de Simão Thadeo Ferreira; In-8º de VII (1) 381 (1) páginas; Encadernado

"...E DO GOVERNO VIVIL E MILITAR DO IMPERIO OTTOMANO; Dos empregos, e funções religiosas, e de algumas particularidades curiosas do mesmo Imperio da Turquia, COMPOSTA PELO BACHAREL..."
Inocêncio III, 393 e X, 289: “João José Pereira, que no rosto da obra seguinte se declara Bacharel, sem contudo dizer em que Faculdade. Dele não pude obter mais notícia alguma. 898) Historia da vida, conquistas e religião de Mafoma, e do governo civil e militar do imperio ottomano. Lisboa, na Offic. de Simão Thaddêo Ferreira 1791. 8.º de VIII 381 pag., com um retrato do falso propheta. […] Da obra mencionada sob o n.º 899, appareceu outra edição impressa na typ. Rollandiana, 1808, conforme á de 1791, mas sem o retrato”.
O nosso exemplar, apesar de ser da edição de 1791, não possui o retrato.
Exemplar com encadernação coeva ligeiramente cansada. Folha de rosto com ligeira falta de papel e restauro antigo. Miolo com ténues vestígios de xilófagos sem afectar a leitura do texto.
Preço:
200€
(Ref. 5318)
Ano: 1732    1ª Edição

... ao excelentissimo senhor D. Domingos Capecelatro, Marquez de Capecelatro, filho dos excelentíssimos Duques de Siano, do Conselho de Sua Majestade Catholica na sua Corte de Portugal.

Lisboa Occidental; Officina de Pedro Ferreira; In-8º de 20, (4), páginas; Encadernado


Obra muito rara.

Exemplar com danos na encadernação.

Preço:
250€
(Ref. 5626)
Ano: 1751

Lisboa; Officina de Francisco Ameno; In-8º de 22 páginas;Encadernado


"Disputa entre hum hebreo, e hum Christão."

Obra bastante invulgar.

Exemplar com mancha de água nas duas primeiras páginas, bom estado de conservação geral.

Preço:
275€
(Ref. 16153)
Ano: 1868    1ª Edição
Lisboa; Typographia da Academia Real das Sciencias; In-8º de 317(5) páginas; Brochado

"... apresentado a sua Excellencia o Ministro das Obras Publicas, Commercio e Industria em resposta aos quesitos do artigo 1º do decreto de 21 de Setembro de 1867"
Obra invulgar, de grande interesse para o estudo da flora em Portugal, com descrição dos vários tipos de solo das regiões do país.
Exemplar com picos de acidez nas capas de brochura, miolo em bom estado de conservação.
Preço:
60€
(Ref. 5379)
Ano: 1819    1ª Edição

Pariz; Officina de P. N. Rougeron; In-8º de 168 páginas; Encadernado


Obra muito rara.

Exemplar com pequenos picos de acidez no miolo, bom estado de conservação geral.

Preço:
425€
(Ref. 7123)
Ano: 1866    1ª Edição

Coimbra; Imprensa da Universidade; In-8º de 28 (4) páginas; Ilustrado; Brochado


Obra invulgar ilustrada com gravura do brasão de Coimbra de página inteira em extratexto.

Exemplar com acidez na capa de brochura, falta da contracapa, miolo em bom estado de conservação.

Preço:
40€
(Ref. 15658)
Ano: 1854    1ª Edição
Porto; Typographia de J. J. G. Basto; In-8º de 259(1) páginas; Brochado

"Este romance, publicado em 1854, passa-se no Porto, entre 1628 e 1629, e retrata um episódio da história da resistência portuguesa, durante a governação espanhola, ao evocar o levantamento das “maçarocas”, manifestação contra um tributo imposto pelo governo castelhano, naquela que foi considerada uma das primeiras revoltas populares anti-filipina. Como protagonistas deste conflito latente desde as primeiras páginas, encontramos, por Castela, dois fidalgos hospedados no Porto, tio e sobrinho, D. Francisco e D. Filipe de Lucena; e, por Portugal, como agitadores da revolta, o Sr. Bartolomeu, “chefe da corporação dos taberneiros e estalajadeiros”, e mestre Barradas, que transformara a sua barbearia um verdadeiro órgão da oposição. Para primeiro plano passa, porém, uma complexa e dramática intriga amorosa, que tem como heroína uma bela órfã, Maria Aldoar, requestada por três pretendentes: o velho e cúpido pasteleiro Sr. Bartolomeu; o secretário do rei de Castela, D. Filipe de Lucena, cujo retrato tem como arquétipo o D. Juan; e um pobre escultor, Febo, figura melancólica e sofredora. Em segundo plano, esboça-se uma outra intriga amorosa, esta bem mais trágica e incestuosa, a da relação de D. Filipe de Lucena com Beatriz, filha da feiticeira Dina, uma velha judia, que, ao vingar a filha desonrada, descobre que fora responsável pela morte do seu próprio filho. No desenlace, o amor de Maria Aldoar e Febo é premiado; o Sr. Bartolomeu é enforcado pela morte de D. Filipe; Beatriz enlouquece.
Obedecendo aos cânones do romance histórico, o romance dá provas da investigação desenvolvida pelo autor para conseguir evocar a vida quotidiana e social da cidade, nas primeiras décadas de Seiscentos: os costumes, hábitos, tradições da cidade, como, por exemplo, a reconstituição da festa e do auto de Reis. No que diz respeito ao facto histórico que o autor escolhera como tema, compreende-se desde logo que, como as personagens principais se inscrevem simultaneamente na trama amorosa e na trama política, nas suas motivações facilmente se confundem “causa pública e coisas particulares”.
No que diz respeito ao percurso literário de A Rua Escura, a intriga desenha-se sobretudo no espaço intra-muros. Eis alguns dos seus locais ficcionados no romance: Maria Aldoar mora na Rua de S. Sebastião, junto à Rua Escura, tal como Beatriz; o Sr. Barlomeu vigia da sua casa, no largo de S. Sebastião, a casa da amada; Febo mora no início da rua da Bainharia; mais abaixo, ao fundo da então chamada Rua Direita ficava a estalagem de Filipe de Lucena. No que diz respeito aos espaços sociais, a primeira tentativa de revolta tem lugar na Praça da Ribeira, seguindo pela Rua dos Mercadores acima. A segunda, é desencadeada no Largo de S. Domingos, na zona de Banhos, local de divulgação das ordens e notícias públicas, e desenvolve-se entre as ruas da Ponte Nova, Flores, S. Crispim e Ferraria. Assim se justifica, pois, o título do romance A Rua Escura, por metonímia aludindo ao dédalo de ruas situado na zona baixa da cidade, onde se movimenta o grande herói do romance histórico de Coelho Lousada: a burguesia do Porto."
Obra muito invulgar nesta sua edição original.
Exemplar a necessitar de encadernação, com picos de acidez nas primeras e últimas folhas. Miolo em bom estado de conservação.
Preço:
95€
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 CARRINHO COM 31 ARTIGOS
Artigo
Preço€ 
CINCO FARSAS BREVES SEGUIDAS DE ASÍ QUE PASEN CINCO AÑOS
22.00€ 
À SOMBRA DO REI-LUA
15.00€ 
ESCANDALOSAMENTE PURA
8.00€ 
PORTOS E CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES EM ÁFRICA
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A MORTE DAS IMAGENS
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FASTOS PORTUGUEZES Poema em seis livros
30.00€ 
VIDA DE ANTERO DE QUENTAL
17.50€ 
POESIA DOS FRUTOS (Alcobaça)
75.00€ 
O LIVRO DE CESÁRIO VERDE
15.00€ 
5 DE OUTUBRO DE 1976
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HOMEM DE PALAVRA(S)
15.00€ 
0.00€ 
OLIVEIRA MARTINS estudo de psicologia
10.00€ 
INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA SOCIAL MARXISTA
12.00€ 
A POESIA DOS PAINEIS DE S. VICENTE
25.00€ 
JOGOS DE AZAR
22.00€ 
A CARLOS DE PASSOS Homenagem dos seus amigos e camaradas
50.00€ 
O REINO CIRCULAR
12.00€ 
O RETÁBULO DE PRATA DA SÉ PORTUENSE
25.00€ 
LISBOA Livro de Bordo - vozes, olhares, memorações
20.00€ 
DICIONÁRIO DO CINEMA PORTUGÊS 1962-1988
40.00€ 
ESPINGARDA PERFEYTA or The Perfect Gun
30.00€ 
AS BRUXAS DE SALÉM
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EPITOME DAS INDULGENCIAS
90.00€ 
D. SEBASTIÃO - REI E MARTYR
15.00€ 
RELIGIÃO, REFORMA E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL
12.50€ 
UMA HISTÓRIA PARA HOJE ANNE FRANK
7.00€ 
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HISTÓRIA DA EXPANSÃO PORTUGUESA
80.00€ 
AZULEJARIA PORTUGUEA NO BRASIL (1500-1822)
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